sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Objeto não identificado

Bolinha de papel  ou fita adesiva? Ou seria balão de água?
Desculpe, mas vou ter que usar essa "expressão":
Porra Nenhuma!
Que merda!
Será que nesse mundo digitalizado, com seus leitores mais digitalizados, antenados, blogados, especializados  não vão acordar nunca?
Se você jogar no google agora mesmo as palavras "fita adesiva", sai lá:
"Compre em Promoção, Fita Adesiva LexPex, direto da Fábrica".
Primeiro ícone hein. Aí sim depois vem mais umas quinhentas opiniões, baboseiras, opinião de peritos com reputação duvidosa, professor de Jornalismo Gráfico da Unioversidade de Santa Maria (RS)provando por Fita+ Bola o que não era , ams parecia ser, conversas afiadas e por aí vai.
Fita crepe assassina, montagem ou não? Se nós, meros mortais mas com opinião própria que não viemos nesse mundo pra assistir sentados e dizendo amém para toda informação que se vê até em telejornaius de alta credibilidade  estamos até o pescoço de engolir esses sapos gordos imagina a população que tem o poder de voto?
Imagine se fosse uma sapatada como aconteceu nos Estados Unidos ou aqui bem mais perto de nós , na Câmara de Vereadores de Dourados/MS.  Dois ou três dias de mídia nacional e o caso já está esquecido.
Há poucos dias da eleição uma bola de papel ("pausa para risos de decepção") e uma fita crepe se tornam o centro das atenções de um país com mais e 180 milhões de pessoas, dentro dessa estatística números que assustam mais que fogos de artifício quando se está distraído.
Analfabetismo, crianças fora da escola, défcit disso e daquilo, sobe o pãozinho francês, cai o dólar, falta saneamento básico, moradia, miséria, pobreza absurda e absoluta, janelas de hospitais públicos tendo que ser coladas com "fita crepe" para não desmontar na cabeça do paciente, que não anda de helicóptero, nem de van hein, só se for lotação.
Nem pode ir ao cabeleireiro mais famoso das "estrelas" arrumar os cachos mal colocados que um dia poderiam ter sido alvo de um "balão d água".
Ah!! faça me o favor.  E como se não bastasse, ao invés de vermos os candidatos nos programas eleitorais, temos que , além de ver a matéria do Jornal Nacional repetida em "versões diferentes (10 minutos para cada), nos programas obrigatórios, o que menos vemos sabe quem são? Os candidatos.
Sim, sim senhor.
No começo a frase que aquele locutor com a voz toda rouca diz, deveria ser:
Assista agora o programa eleitoral do Chico Buarque, do Alceu Valença, da Alcione, do Mano Brown…”, por aí. Ou talvez, do Gilberto Gil,  e  outros tantos. Acho que ia gerar uma curiosidade e segurar audiência. E olha, quem vê este programa, é duro de não decidir o voto, viu?
Falando nisso, cadê a Marina?

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